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1 O supervisor de zona euro pode considerar-se como entidade bastante peculiar composta de agências nacionais que trabalham em três modos: autônomo, bilateral e multilátero. Vamos examinar resumidamente cada um deles.

1 Por enquanto, a necessidade de desenvolver o modo multilátero limitou-se relativamente, como a emergência de um mercado bancário único na União Europeia foi lenta e o euro ainda não esteve no lugar. Assim, o fato que o modo multilátero não foi, por enquanto, além de discussões periódicas entre supervisores e análises de todos os ramos ocasionais não deve ser uma causa do assunto.

1 Deixam-me agora virar à execução da supervisão bancária. Deve recordar-se imediatamente que a supervisão, ao contrário da regulação, é uma tarefa nacional, exercida pelo que o jargão das Diretivas chama a "autoridade competente". Desde que a zona euro adotou uma aproximação de separação entre funções bancárias de supervisão e centrais, é natural examinar primeiro o funcionamento do "supervisor de zona euro" (isto é o sistema cooperativo de supervisores nacionais) de e logo virar às tarefas e as necessidades da "zona euro o banqueiro central" (isto é o Eurosistema).

O específico para o país, não-harmonizado, a parte da plataforma também é bastante relevante e muito diversificada. Inclui, entre outras coisas, planos de organização diferentes para a conduta da supervisão bancária (banco central, agência separada ou um acordo variado); instrumentos usados por supervisores bancários (reportagem p. ex. de supervisão, inspeções locais); provisões da liquidação e reestruturação de bancos; e a definição e proteção legal de instrumentos financeiros e contratos. Mesmo a noção-chave de um mercado regulado só harmoniza-se até um ponto muito limitado.

1 Começo com a supervisão atual, deixe-me considerar a regulação bancária primeiro. Como observado a plataforma mais adiantada, reguladora das associações de indústria de serviços bancários de zona euro harmonizou regras com o específico para o país (não-harmonizado, mas mutuamente reconheceu e daqui potencialmente competindo) as regras.

Convenço-me, contudo, que no futuro as necessidades se modificarão e o modo multilátero terá de tornar-se mais profundo substancialmente. Dentro de algum tempo tal modo terá de estruturar-se ao ponto de prover a indústria bancária de um supervisor de zona euro coletivo verdadeiro e eficaz. Terá de realçar-se até o ponto cheio necessitado para a supervisão bancária na zona euro ser tão pronto e eficaz como é dentro de uma nação única.